Mudando Paradigmas na Educação

Uma mudança de paradigmas, qualquer que seja, não se dá sem transições. E toda transição demanda tempo. Quer um exemplo?

Com o que se parecia o Ford T?

Ford T

Exatamente: com uma carroça sem cavalos. E não poderia ser diferente! Como conceber que uma carroça sem cavalos pudesse se parecer com isso (imagem abaixo)?

Audi Calamaro

A Educação não foge a essa regra, estamos novamente em transição (aliás, acredito que estamos sempre em transição). E a transição é sumamente importante. É ela, a par das quimeras que surgem no meio do caminho, que nos leva ao progresso. Vivemos hoje uma transição paradigmática na área educacional, estamos tentando sair do Ford T para alguma coisa que não sabemos bem o que será. E, fatalmente, as quimeras também surgem: práticas exdrúxulas, teorias absurdas e modismos pedagógicos ombreiam com práticas exitosas, teorias revolucionárias e muito trabalho duro e criativo.

É fato, no entanto, que o primeiro passo para que uma mudança ocorra, é a percepção da insuficiência do modelo vigente. O Ford T não serve ao século XXI, ele é lento, ineficiente, pesado. Trabalhamos hoje por uma escola diferente da carroça sem cavalos, mas temos dificuldades em vislumbrar como ela seria, pois estamos imersos na transição (a discussão é bem mais ampla e exige entrar profundamente na toca da Filosofia da Educação – faremos isso com mais tempo depois). De qualquer modo, a insuficiência do atual paradigma educacional já foi apontada…

Sobre isso, convido você a assistir o vídeo abaixo, uma animação feita pela RSA Animate de uma palestra proferida pelo especialista em educação e criatividade, Ken Robinson.

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7 Respostas para “Mudando Paradigmas na Educação

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  7. Realmente meu amigo…são essas transições que nos deixam apreensivos. E muitos sucumbirão e permanecerão somente aqueles que acreditam na luz no fim do túnel, em que poderá trazer meios ideais, filosóficos e reais de ensino, sem enganação ou disfarce.
    Porém até lá, nos movemos ou esperamos.

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