Quando sei o que sinto…

Projeto Âncora em Cotia-SP

Sim, o lançamento ocorreu em 29 de julho e já estamos em 22 de setembro! Eu sei, mas eu queria muito assistir a este documentário com a tranquilidade de uma criança numa tarde de domingo. E foi o que fiz.

Primeiramente, gostaria de parabenizar o trabalho de Antônio Sagrado Lovato (gente boa, pra caramba!), Raul Perez e Anderson Lima. Sei que vocês passaram as escolas pela peneira da edição, e sei o quanto isso é trabalhoso. É muita coisa pra falar, é muita coisa que nos maravilha, é muita gente (muita mesmo, de verdade) querendo fazer diferente e para as quais precisamos dar voz. Mas em uma hora e vinte minutos, é preciso fazer escolhas, e vocês fizeram isso muito bem!

Há um tempo atrás, escrevi argumentando que o medo de fazer diferente, de mudar, de se pautar em outro paradigma, é uma das principais causas da inércia de nossas escolas. Também escrevi sobre a necessidade de se rever o paradigma educacional em que vivemos e nossas formas de avaliar, e também lembrei uma antiga fábula que ilustra muito bem a relação entre o medo e a mudança paradigmática.

Tudo teoria! Tudo elucubrações da cabeça de um professor esperançoso… (eu mesmo!)

Mas esse documentário (Quando Sinto que já Sei) vai anos-luz além. Ele nos mostra a prática!

Quer saber como uma escola pode ser diferente do que temos hoje? Assista ao documentário! Sem pressa, com tempo, com disposição, com fome de progresso…

Mas se hoje você está sem tempo, veja ao menos o trailer e reserve já umas duas horinhas na sua agenda semanal para repensar a escola!

Quando sentimos essa angústia frente à educação escolar tradicional, é porque já sabemos que ela está moribunda.

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5 Respostas para “Quando sei o que sinto…

  1. Pingback: Os Omni Ô! (014) – Sentir, Saber, Saborear |·

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  3. Assistindo a este vídeo, minha esperança aumenta muito qto ao futuro das nossas crianças, pq as mudanças já estão chegando. Esta será a escola do futuro. Responsabilidade, amadurecimento,autonomia, coletividade, e principalmente o despertar de consciência ainda na 1 º infância. Temos que ter esperança..

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